A rainha Rania da Jordânia decidiu usar o YouTube, site de vídeos mais famoso do mundo, para acabar com os estereótipos ligados aos árabes e ao Islã no Ocidente. Ela já gravou sete vídeos desde sua estréia online, em março deste ano.
Nota triste para os portais [BBC Brasil, G1 e Estadão] que publicaram a notícia e esqueceram de colocaram nos textos os links para a página da rainha do YouTube. Será que eles não conhecem o conceito de hipertexto não?











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